domingo, 30 de maio de 2021

POESIA: Vem (de Romário Braga)


 Em destaque o seu sorriso
Já vejo brilhando no portão,
Poucos metros que nos separam
Só aumentam minha aflição.

Você vem sorrateiramente 
Nesse clima de cumplicidade,
Num abraço que não largo mais
Só condiz com nossa saudade.

Precisava de tudo isso.
E além do mais, te reencontrar.
Coração já destrancado,
É seu! Pode bagunçar!

Que saudade estava de ti,
Desse jeitinho de menina,
Discretamente me acalma 
Com essa paz que só ilumina. 

Romário Braga
Pentecoste - CE, dezembro de 2015.
(Poesia protegida por lei)

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

POESIA: Venha (de Romário Braga)

 


Venha pra perto de mim, 
Basta dar dois passos, 
Vou te encher de beijos, 
Te esquentar nos meus abraços. 

  Venha, siga em frente, 
Estou perto, querida, 
Vivendo à tua espera, 
Estou com a mão estendida. 

  Confie, não tenha medo, 
Tenho planos contigo. 
Quero te beijar na chuva, 
Enfrentar qualquer perigo. 

  Venha pra perto de mim, 
Sabes onde me encontrar. 
Venha, me der a mão, 
Quero muito te amar. 

  Romário Braga. 
Pentecoste/CE - 2009 
  (Poesia protegida pela Lei de Direitos Autorais)

sexta-feira, 24 de maio de 2019

POESIA: "Amantes" (de Romário Braga)




Existe entre nós dois
Uma ponte a nos separar,
Quero me jogar aos teus braços
E sorrindo te beijar.

Quando aperto tua mão,
Que felicidade sinto,
Se eu disser que não te quero,
Tenha certeza que minto.

Olho para o telefone,
Meu desejo é te ligar,
Ouvir tua voz tão linda
E tua pele acariciar.

Ao lembrar tua imagem,
Fico horas calado,
Quero te ver, mas não posso
Passar nem ao teu lado.

Romário Braga.
Pentecoste - Ceará - Brasil - 2008


(Poesia protegida pela Lei de Direitos Autorais)

sábado, 16 de março de 2019

Poesia: Encontro ardente (de Romário Braga)


Poesia: Encontro ardente (de Romário Braga)


Esperei tua chegada
Com ânsia e desejo
Pra te dar um longo beijo
E dizer que és minha amada.
Você entrou perfumada,
Linda como pensei,
Entre beijos te dominei
E minha blusa foi tirando,
Um desejo foi pintando
E para a cama te levei.

O quarto pouco iluminado
E a cama bagunçada,
No chão, a roupa jogada
E eu contigo abraçado.
Teus suspiros de agrado
Me fizeram enlouquecer
E me entreguei ao prazer
De teu corpo delirante,
Foi um momento marcante
Que nunca vou me esquecer.


Romário Braga.
Pentecoste - Ceará - Brasil, 2011

(Poesia protegida pela Lei de Direitos Autorais)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

POESIA: Dor da ausência (de Romário Braga)


POESIA: Dor da ausência (de Romário Braga)

Como dói a ausência,
A saudade de uma paixão,
De alguém que foi embora
Deixando-me na solidão,
Sei que de te preciso
E ainda guardo o teu sorriso
No museu do meu coração.

O teu nome em letras de ouro
Em minha memória vou lapidar,
Relembro o banco da pracinha
No qual íamos namorar,
Onde outrora alegria,
Hoje a nostalgia
Vive a me perturbar.

Tudo me faz te lembrar,
Tudo em te fala,
São nas horas de tristeza
Que o meu coração cala,
Sei que não me esqueceu
E as cartas que me escreveu
O teu perfume ainda exala.

Quando vejo tua foto
Sinto a presença da saudade,
Quero contigo ficar
E viver esta intensidade,
Mas de algo tenho certeza
Que o teu orgulho e minha tristeza
Faz que se torne irrealidade.


Romário Braga.
Pentecoste/CE - 2007

(Poesia protegida pela Lei de Direitos Autorais)

domingo, 23 de dezembro de 2018

Feliz Natal e próspero 2019

A maior característica de quem não sabe o que quer na vida é a múltipla INDECISÃO e querer tudo conforme pensa. 
Querer tudo ao seu jeito tira da humanidade o direito da criatividade e propaga o individualismo. 

Busquemos os ensinamentos de Cristo.

Feliz Natal e abençoado 2019

Romário Braga
23-12-2018

sábado, 22 de dezembro de 2018

POESIA: "Uma lágrima" (de Romário Braga)


Tentei manter o sorriso
E um imprevisto aconteceu,
A emoção foi tão forte
Que uma lágrima escorreu.

Seu olhar entristecido
Diante da timidez
E naquele beijo intenso
Notei ser a última vez.

De nossos grandes encontros
Não me esquecerei jamais!
Dei tchau e ao virar as costas
Ainda olhei para trás.

Deixou-me muito de si,
Mas de mim pouco levou,
De lembranças, restou-me um lenço
Que suas lágrimas enxugou.

Romário Braga.
Pentecoste/CE - 2009.

(Poesia protegida pela Lei de Direitos Autorais)