Mostrando postagens com marcador Citações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Citações. Mostrar todas as postagens
sábado, 14 de março de 2026
quarta-feira, 2 de junho de 2021
"Erroneamente as pessoas entendem que conquista é trazer para si os ventos que sempre soprarão em outras direções. A verdadeira conquista está a cada sorriso que você desperta em quem lhe ama de verdade"
Romário Braga.
Pentecoste - Ceará - Brasil, 13 de maio de 2016
(Protegida pela lei de direitos autorais)
domingo, 23 de dezembro de 2018
Feliz Natal e próspero 2019
A maior característica de quem não sabe o que quer na vida é a múltipla INDECISÃO e querer tudo conforme pensa.
Querer tudo ao seu jeito tira da humanidade o direito da criatividade e propaga o individualismo.
Busquemos os ensinamentos de Cristo.
Feliz Natal e abençoado 2019
Romário Braga
23-12-2018
quarta-feira, 11 de julho de 2018
NÃO DEIXE DE BRILHAR"
"Quando ficamos por várias horas retido em um lugar fechado e que de repente na saída nos deparamos com a luz do sol, nossa primeira reação contra é meio que fechar os olhos ou pôr a mão no rosto para se livrar do incomodo. Assim como o sol, muitas pessoas têm sua luz própria que é emitida pelo seu comportamento enquanto pessoa. Muitos emitem sua luz se saindo bem no campo profissional, desempenhando bom trabalho; na vida afetiva; familiar; no modo como trata bem todos os que lhe rodeiam e assim por diante.
Em sua maioria, a luz dessas pessoas tendem a ferir a retina de invejosos que sempre, de uma forma ou de outra, tentam apagar seus raios de destaque, mas que jamais serás atingido enquanto sua luz própria vier de Jesus e isso só será possível com a força de sua fé e de seu otimismo diário.
Continue agindo seguindo seu coração e para as pessoas que tentam atrapalhar sua jornada, assim como o sol, não deixe de clarear as terras do seu coração sombrio.
Que a luz esteja com todos nós!
Romário Braga.
(Protegida por lei de direitos autorais)
terça-feira, 3 de julho de 2018
sábado, 12 de agosto de 2017
terça-feira, 25 de julho de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
"No conto a "Vendedora de fósforos", nos deparamos com a cena de uma menininha pobre que em plena véspera de réveillon, um frio intenso da neve tomava conta das ruas. E naquele vai e vem das multidões, lá estava ela, toda mal trapilho, vendendo suas caixinhas de fósforos para ajudar no sustento da família. Muito embora não estivesse conseguindo vender nem se quer uma. Mas seu olhar esperançoso por dias melhores e a ansiedade de chegar em casa para comer o ganso que sua mãe preparara para a vinda do ano novo, sentia ela enorme vontade de acender apenas um palito de fósforos para aquecer suas mãos naquele frio intenso
.
.
Muito embora seja este um conto já bastante antigo, quanta desigualdade, injustiça e individualismo existem ainda na sociedade!"
Romário Braga.
Pentecoste - Ceará - Brasil
(Protegido por Lei de Direitos Autorais)
domingo, 4 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
domingo, 27 de novembro de 2016
Sobre um conto de Machado de Assis
Alguns anos atrás li um conto de Machado de Assis que numa cidade existia uma mulher muito rica. Naquela época, as pessoas da alta elite fingiam ser cultas e amantes da cultura, pois isso era sinônimo de elegância e riqueza.
A casa dessa mulher era bastante frequentada por pessoas de posses e que tinham algum prestígio social. Nessa casa, ela promovia a cultura através de musicais de piano e na maioria das vezes fazia recitais de poesias.
A casa dessa mulher era bastante frequentada por pessoas de posses e que tinham algum prestígio social. Nessa casa, ela promovia a cultura através de musicais de piano e na maioria das vezes fazia recitais de poesias.
Existia na cidade um Poeta muito talentoso que encantava multidões com seus versos e pensamentos. Diariamente ele frequentava a Praça semeando as mais lindas poesias e dessa forma sua fama foi se espalhando pela cidade.
Porém, começou a perceber que essa mulher ignorava sua existência nem tanto pela sua falta de beleza física e sim pela singeleza como ele se vestia. Dessa forma, em todos os recitais de poesias que eram promovidos naquela casa, inclusive com Poetas de cidades vizinhas, a ele nunca chegara um convite nem ao menos para ser ouvinte.
Porém, começou a perceber que essa mulher ignorava sua existência nem tanto pela sua falta de beleza física e sim pela singeleza como ele se vestia. Dessa forma, em todos os recitais de poesias que eram promovidos naquela casa, inclusive com Poetas de cidades vizinhas, a ele nunca chegara um convite nem ao menos para ser ouvinte.
Certa tarde, antes de ir para seu rotineiro passeio na Praça, foi até seu armário de roupas. Pôs a roupa mais linda que ele tinha que o deixou muito elegante.
Quando terminou de declamar suas poesias e aplaudido pela multidão, essa Senhora se aproximou e eufórica, do nada o convidou para um recital de poesias na sua casa logo mais a noite.
Satisfeito e cortês, o Poeta agradeceu o convite e disse que iria sim.
Quando terminou de declamar suas poesias e aplaudido pela multidão, essa Senhora se aproximou e eufórica, do nada o convidou para um recital de poesias na sua casa logo mais a noite.
Satisfeito e cortês, o Poeta agradeceu o convite e disse que iria sim.
Enfim chegou a noite, a sociedade inteira já reunida para esse recital. Entre taças de bebidas caras e comidas sofisticadas sorrisos falsos de amizades interesseiras.
Quando de repente, alguém toca a campainha. Finalmente, era o Poeta!
Quando de repente, alguém toca a campainha. Finalmente, era o Poeta!
Ao abrir a porta, essa Senhora se depara com a imagem de um homem trajando, como de costume, roupas simples, com uma caixa na mão embrulhada com papel presente.
Sem entender o que estava acontecendo, quando ela abriu a caixa, lá estava bem arrumadinha a roupa elegante que o Poeta usou durante a tarde e que só por aquilo ela o convidou a ir à sua casa.
E ele disse: - Aí está a roupa que a Senhora convidou.
Sem entender o que estava acontecendo, quando ela abriu a caixa, lá estava bem arrumadinha a roupa elegante que o Poeta usou durante a tarde e que só por aquilo ela o convidou a ir à sua casa.
E ele disse: - Aí está a roupa que a Senhora convidou.
*IMORAL* DA HISTÓRIA:
"Disse-me uma vez uma amiga Escritora que numa sociedade oportunista e cheia de falsidade, a pessoa vale o que veste! E assim como a personagem rica do conto, somos rodeados por pessoas de pouco caráter e que em tudo querem tirar proveitos pessoais, mesmo que isso prejudique o próximo. Mas, pessoas assim, a vida por si só trata de preparar o tropeço. E olhe que tropeçar no próprio passo é de uma aprendizagem sem igual".
Romário Braga.
Pentecoste - Ceará - Brasil, 2016.
(Protegido por Lei de Direitos Autorais)
Assinar:
Postagens (Atom)

